Boana faber (crédito: Renato Feio, DBA/UFV) Astyanax lacustris (crédito: Cidimar Estevan de Assis e Késsia Leite de Souza), DBA-UFV Entufado-baiano (Merulaxis stresemanni) (Crédito: Alexander Zaidan, ex-aluno PGBA/DBA) Phyllostomidae (crédito: Oriol Massana & Adrià Lopez-Baucells, http://www.adriabaucells.com/) Atolchelys lepida (crédito: Pedro Romano, DBA/UFV)

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Informativo

Pesquisadora do DBA descreve duas novas espécies de peixes vampiros

As espécies foram descritas pela professora do Departamento de Biologia Animal da UFV, Elisabeth Henschel, com os colaboradores Jonathan Baskin e Nathan Lujan, respectivamente do Museu Americano de História Natural (EUA) e do Museu Real de Ontário (Canadá). O artigo científico, com a descrição de Paracanthopoma ventuarensis e de Paracanthopoma jiparanaensis, foi publicado pela Zootaxa.

Com aproximadamente 2 cm, as novas espécies são da Amazônia, de áreas tanto do Rio Madeira, no Brasil, quanto do Rio Orinoco, na Venezuela. Por meio de técnicas de taxonomia clássicas e modernas, como tomografia computadorizada de alta resolução, os pesquisadores analisaram particularmente as estruturas do crânio e do esqueleto desses animais, o que permitiu diferenciá-los das outras 11 espécies de candirus descritas até hoje.

Principalmente os ossos da cabeça dos peixes vampiros, segundo Elisabeth, estão relacionados e permitem entender um pouco mais sobre o hábito alimentar. “Os candirus são os únicos vertebrados com mandíbulas, além dos morcegos, que se alimentam de sangue”, ela esclarece. As novas espécies têm, por exemplo, vários dentes, inclusive fora da boca, que servem para se prenderem e parasitarem outros peixes — geralmente, isso acontece na parte das brânquias, que dá acesso às artérias. “A gente hipotetiza que o grau de desenvolvimento dos dentes, de robustez desses ossos, pode variar conforme o tipo de peixe parasitado”, observa.

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Fonte: Notícias UFV


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